11.25.2012



ilustrações em acrílico sobre papel de aguarela com cerca de 16X22 a preços simpáticos 

11.20.2012

11.12.2012

o que chega a casa


chegou hoje a casa uma edição lindíssima e muito cuidada do 5º Encontro Nacional em São João da Madeira. Quanto ao catálogo, e pela minha parte falo, muito bem impresso. Uma vez mais a Junta de São João da Madeira está de parabéns.

11.07.2012

Keep it simple


Quando vi pela primeira vez o jogo Story Cubes percebi que tinha de ir para a minha infindável wishlist, que tem o defeito de não diminuir, mas sim de aumentar, mesmo com bastantes critérios na escolha. Nove dados rolam sobre a mesa e a brincadeira começa. O princípio pode ser o “era uma vez”, mas aos poucos ganha-se a confiança das e nas palavras. Fazem-se trocadilhos, rejeita-se o que temos por verdade, num jogo que se Quer assim, sem chavões, sem certezas. Capaz de combinar milhares de saberes. Conta-me outra vez essa história. Não posso. É única. A tua imaginação sobrepõe-se às imagens. E há quem goste de te ouvir contar.

comprado aqui

é assim




Há dias falava com um amigo sobre esta estranha relação que se pode ter com os livros. Os livros são o amor de uma vida que não queremos perder. São a paixão arrebatadora que nos esmaga, que nos leva a noites perdidas. Mas são também desamores, desilusões que nos impelem ao virar de página e a partir para uma nova história.
Dei por mim com um sentimento contrário ao que era de esperar. Apaixonei-me pelo último livro de Paulo Lins, “Desde que o samba é samba”. Pela própria narrativa passada no final dos anos 20 e início dos anos 30 de 1900, onde o cruzamento de culturas, a prostituição que chegava da europa, a vadiagem, os proxenetas, a música nos bares em modo quase clandestino, e este modo carnal com que Lins escreve, cresce e transforma-se em arte. Prende-nos em cada palavra. Ao contrário do que diria O’Neill não se estranha, mas entranha-se. De tal modo que dou por mim a não querer acabá-lo, com o mesmo receio de perder um grande amor. Do medo da escrita de uma próxima leitura. Neste momento é tudo muito visceral e quero que permaneça assim. Por mais um pouco.
Ainda da minha estranha relação com as letras uma mania que me persegue há muitos anos. Detesto o acumular de jornais e revistas. Rasgo aquilo que me interessa para saborear mais tarde. O problema é que se acumulam demais

11.02.2012

livros, cheiros, sabores e algumas faltas



para quem gosta de livros e não falo só no livro enquanto objecto de leitura, mas no livro na sua forma, no seu grafismo, no seu cheiro, perceberá aquilo de que vou falar. ontem ofereci ao Manuel o livro com a história do filme do Tim Burton, Frankenweenie e a primeira reacção foi cheirá-lo. é quase indescritível, mas engoliu-o pelo nariz, senti-lhe o inalar a percorrer-lhe o corpo num arrepio que terminou com uma expressão de prazer, que até a mim me arrepiou, lembrando-o do cheiro do livro da "Invenção de Hugo".
gosta-se, e quando se gosta as palavras esgotam-se, a não ser aos escritores maiores.
ainda a propósito do filme do Tim Burton aventurei-me num bolo que o M. levou para casa de uns amigos.
gosta-se, e quando se gosta o sorriso na cara deles supera o cansaço.
agora falta o filme e para isso tenho de ir a Lisboa.
ainda de livros. gosto do aproveitamento que a Bulhosa faz das provas de máquina transformando-as em papel de embrulho. uma história que guarda outra história

tutorial do "sparky"
As palavras que surgem a azul são informações adicionais com links específicos

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